quinta-feira, 23 de julho de 2009
doce da fatia de um dose
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Porque...
...descobri um pequeno tesouro.
...é música da boa :D.
Um som diferente, muito energético, uma voz excelente, um toque de punk, adoro!
Ladies and Gentleman i'll present you
Florence and the MachineDepois de muito escolher decidi-me por esta música, mas acreditem, a banda tem outras músicas igualmente boas.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Nigth train
Estefania Espinhosa
domingo, 7 de junho de 2009
Consciência Real
Apenas as abelhas fêmeas trabalham. Os machos podem entrar em qualquer colmeia ao contrário das fêmeas. A única missão dos machos é fecundar a rainha. A rainha voa o mais que pode e é fecundada pelo macho que conseguir ir ter com ela. Depois de cumprirem essa missão, eles não são mais aceites na colmeia. No fim do verão, ou quando existe pouco mel na colmeia, as operárias fecham a porta da colmeia e deixam os machos morrerem ao frio e à fome.
in Wikipedia
Esta realidade das abelhas pôs-me a pensar, que embora pareça que nas colmeias a vida mais previligiada é a da rainha, talvez não seja bem assim. Pelo contrário, parece-me que a abelha rainha é a que desempenha o papel mais penoso.
É verdade, para as operárias não é fácil, passam a vida a trabalhar, e a impedir a entrada dos machos no fim do verão, é, portanto, uma vida comparada à de escravos, cuja existência é única e exclusivamente dedicada ao trabalho (Just work, no fun, poor bees).
E, é verdade, embora pareça que a vidinha dos zangões é só boa vida (Just fun, no work), eis que quando fecundam a abelha rainha, morrem, ou seja, dito de uma forma mais radical, fazem o seu trabalhinho, e depois disso passam a ser dispensáveis.
No entanto, a rainha dura cerca de 4 anos, enquanto que as operárias têm uma vida extremamente curta, assim como os zangões, vidas penosas mas de pouca dura. Imaginemos, que esta rainha das abelhas é capaz de desenvolver uma consciência, de desenvolver uma capacidade originalmente humana, imaginem quão penosa será esta vida Real, tendo consciência que as suas operárias vivem a sua curta vida apenas para trabalhar, que fecundar a rainha significa para os zangões a sentença de morte!!! Vida dura não?
Agora, e porque ainda quero que este post possua uma linha de raciocínio, pensemos na vida humana, na nossa realidade. Não conseguiremos estabelecer uma analogia entre o mundo das abelhas e o nosso próprio mundo? Como será a consciência das nossas rainhas, reis, presidentes, etc, isto se, é claro, forem capazes de desenvolver uma consciência!!!! Imaginemos, novamente que estes conseguem desenvolver uma consciência, como conseguirão viver sabendo que existem tantas injustiças no nosso mundo, tanta coisa para resolver? E que, de certa forma, serão, directa ou indirectamente, responsáveis por estes problemas.
E porque estamos em época de eleições, não deveremos nós repensar na posição frequentemente tomada de ânimo leve por muito boa gente de que essa gente da política, só anda aqui para enriquecer à nossa custa, que só querem é boa vida? Será mesmo boa vida? É óbvio que para alguns, sim, é verdade, mas para aqueles que o fazem por paixão, por acreditar e acima de tudo com consciência, será mesmo boa vida?
Para reflectir, com consciência.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Rendida...
Antony Hegarty
Absolutamente rendida aos encantos deste senhor, desta belissíma voz!
Concerto excelente, não tenho palavras para o descrever!
Fica um vídeo já antigo, com a música cantada no final, a minha preferida :D
sexta-feira, 15 de maio de 2009
It's a fantastic...cable
Tá bem, é só um cabo...e eu podia ter morrido =P
Mas...
Experiência fantástica :D
Para repetir e aconselho a todos.
O vídeo não ficou completo :(, segundo o Miguel falhou a bateria a meio.
domingo, 10 de maio de 2009
Redescobrindo...
sábado, 25 de abril de 2009
Eu gosto de....Liberdade
Mas eu não sei o que é liberdade.
Liberdade de ir... se quiser... de ficar... se me apetecer.... de rir... de chorar... de sorrir... de falar... pensar... dormir... parar... ser... apetecer... brincar... troçar... cantar.... cantarolar... saltar... dançar... rebolar... sentir... sem limites.
Liberdade de me dar na maluqueira, virar-me e dizer...E porque não?
Sentir e viver a vida ao limite, pensar sem condicionamentos, sem se's, sem restrições.
Mas afinal, o que é a liberdade? Tudo que enumerei faz a liberdade? O que faz a liberdade? A liberdade de hoje será a liberdade de amanhã? E a de ontem?
E para ti, o que é a liberdade?
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Bomba relógio
| A Naifa | ||
Perigo de explosão | ||
| É melhor fechares os olhos,meu amor, antes que o mundo inteiro seja um incêndio. Os ventos todos fechados dentro da minha mão. quantos ciclones queres ? Procurava nos outros a ternura,mas só encontrava poços cheios de ódio e nitroglicerina Aquele poema, ao contrário dos outros, tinha pólvora. só lhe faltava o rastilho. Éramos rebeldes por sistema,a sonhar uma revoluçao por dia.à tardinha,na esplanada, bebiamos um cocktail molotov. O terrorista apaixonado carregava,às escondidas, uma bomba- relógio.era no peito.era o coração |
sábado, 11 de abril de 2009
"Hoje o céu está desta cor e por ser hoje é a minha cor preferida."
Há coisas...
Umas pequeninas, outras grandes, e cada uma me encanta de forma diferente, mas todas recebem um sorriso.
Hoje, no centro da cidade, a passear, olho por acaso para a janela de um autocarro que passava ao pé de mim e vi um cartaz com poesia, poesia de João Negreiros, um belo motivo para sorrir.
Pesquisei na net e descobri aqui que se trata de uma iniciativa intitulada ‘Grandes Poemas para Viagens Pequenas’ cujo objectivo é o de “levar a poesia a locais onde não seria provável encontrá-la: na aridez do caminho entre a casa e o trabalho, deparar com um pouco de beleza através de versos que encantam os sentidos e aquecem a alma”.
Parabéns à iniciativa!!!
:)
terça-feira, 24 de março de 2009
who wants to be a Slumdog millionaire?!

Who wants to be a Slumdog?
Who wants to be me?
Um retrato de um país, a Índia....Ou talvez....Quantos Salim já conheceste? Quantos Jamal já conheceste? E Latika's? Mais do que um retrato da Índia, um retrato do mundo, protagonizado por personagens que poderiam ser perfeitamente um dos nossos vizinhos, familiares ou até amigos.
Alguns vêm uma história de amor forçada, e mal fundamentada, condicionada pelo dinheiro. De facto, é o título do filme, o enredo gira em torno do famoso concurso "Who wants to be a millionaire?", tudo indica que sim, mas é muito mais... aliás como disse Jamal "O dinheiro não é importante".
Jamal acreditou, Jamal não desistiu, Jamal lutou...
Mais, Jamal fez tudo isto com sinceridade. Um acaso? Sorte? Dizem que é do destino...Eu digo que é porque Jamal é genuíno, verdadeiro, um herói...
Alguém que não sabe a resposta à última pergunta, porque nunca teve a oportunidade de saber, e ainda assim é capaz de se rir disso mesmo. Porque a resposta, essa esteve sempre presente dentro de si... Não, este não é um filme sobre um concurso ou sobre dinheiro...
Não percebo nada de críticas de filmes, não conheço os nomes dos filmes mais espectaculares e vencedores de oscares, nem de realizadores, muito menos de produtores. Nem o pretendo, total leiga no assunto. Gosto de filmes que toquem, este tocou-me como muito poucos, fez-me pensar, sem estar somente a assistir, fez-me sentir.
Portanto, segundo os meus parâmetros a nota final: excelente.
De salientar ainda, as imagens, não só da Índia e da sua realidade, mas sobretudo das expressões dos protagonistas, e a banda sonora, que também merece referência.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Imagination is what keep us alive
- I am now free
Like my little girl.
- Free?You have imagination.
- Fantasy protect us. That keeps us alive. You still alive, but always less. Inside is all yours.
You are the boss of everything, you are the king, but look around you, what you see? Everything is prepared.
All out.
You have nothing.
Nothing except cells, bars, and a rusty metal staircase. You'll never live because you outside does not exist.
Nobody will remember you.
- Behave yourself.
Tell me where he is.
- Lacey?
It is well with him.
He is gone, Rizza.
- What did you say?
- Way.
- Where is he, Frank?
- The kid is Free
[the escapist]
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Variações Amorosas
Procurei ver no coração humano todos os nichos onde se poderia esconder o amor, apesar do seu receio em revelar-se, e cada uma das minhas comédias tem como objectivo fazê-lo sair desses nichos.[...]
É por vezes um amor ignorado por dois amantes, por vezes um amor que sentem e pretendem esconder um ao outro; enfim, por vezes, um amor incerto, indeciso, um amor meio nascido.
Pierre Marivaux

